O cuidado amoroso de Deus (chaves ‘perdidas’)
Setembro de 2023
de AL na Hungria
Há alguns dias, levei meu cachorro para passear em uma parte da nossa pequena cidade. Era uma tarde linda, e a natureza e as outras pessoas que passeavam estavam calmas e alegres.
Ao pôr do sol, voltei para o carro. Quando fui tirar as chaves do bolso do casaco, não havia chaves lá. Continuei procurando no casaco, mas nada.
Como moro sozinho na vila vizinha e não tenho celular, comecei a caminhar apressadamente de volta pelo mesmo caminho. Perguntei a todos que vinham em minha direção se tinham encontrado um molho de chaves, mas ninguém. Pensamentos preocupados me invadiram a consciência. Por que eu ainda era tão descuidado a ponto de não fechar o bolso do casaco? De onde vinha meu desleixo, que observo em muitas áreas da vida? Eu me via como em um filme — sem enfeites e sóbrio.
Na manhã seguinte, peguei a chave reserva e caminhei quatro ou cinco quilômetros de volta para o carro. Parecia certo assumir a responsabilidade e não pedir a um dos meus gentis vizinhos que me levasse. Quando estava quase de volta ao carro, percebi que Deus me governava! Afastei todos os pensamentos negativos e comecei a dizer em voz alta: “Deus me governa, e Ele governa meu chaveiro”. Depois da segunda ou terceira repetição, vi meu molho de chaves ao longe, longe do caminho. A chave mais comprida havia se enfiado fundo na terra úmida, e as outras chaves estavam quase totalmente escondidas pela grama. Mas lá estava ele, o molho de chaves com a luz incidindo diretamente sobre ele.
Minha sensação de alívio e felicidade foi indescritível, e ainda é hoje, com esta experiência da onipresença e do cuidado amoroso de Deus por todos nós — não apenas materialmente, mas acima de tudo espiritualmente. Obrigado, querido Deus Pai-Mãe, e obrigado, querido Plainfield, por ser família para todos nós que estamos a caminho da maturidade espiritual.