Aluno da Escola Dominical é curado antes da aula
Março de 2023
do PC no Canadá
A mãe de um aluno da Escola Dominical trouxe seu filho pequeno para a aula quase uma hora mais cedo para conversar comigo. Ela explicou que ele estava muito doente e achava que o melhor lugar para ele era na Escola Dominical. Ela o deixou comigo, e ele se sentou, muito fraco, e deitou a cabecinha na mesa.
Atendendo a pedidos populares, nossa turma estava fazendo uma brincadeira para as crianças pequenas que chamávamos de “Toc. Toc“. Estávamos aprendendo a deixar os bons pensamentos entrarem em nossos pensamentos e a afastar os ruins. Começamos identificando quais eram os bons e quais eram os ruins, e então perguntamos: “Será que Deus nos enviaria esse pensamento?“. Conversamos sobre qual mandamento o pensamento cumpria ou quebrava. E também falamos sobre a furtividade do erro.
Eu tinha feito uma porta de vaivém de papelão. A regra era: “NÃO abra a porta a menos que tenha certeza de que é um bom pensamento enviado por Deus“. Às vezes, eu ficava de um lado da porta e batia, dizendo: “Toc! Toc!”. Um aluno do outro lado da porta perguntava: “O que você quer?“. Eu podia sugerir um bom pensamento, como: “Gosto de guardar meus brinquedos para não fazer bagunça“. Ou eu perguntava: “Por que você não vai à loja e pega algumas daquelas balas de goma que são tão gostosas? A vendedora não consegue ver do balcão de doces de onde está no caixa. Vai ser fácil!”. A criança atrás da porta gritava: “De jeito nenhum que eu vou abrir a porta! Que ideia idiota! Vão embora!“. Todos aplaudiam. Um garotinho adorava dizer: “Cai fora! Não vou dar ouvidos a essa ideia. Sai da frente!”.
Então, eu disse ao rapazinho com a cabeça na mesa: “Ei, vamos jogar o jogo do Toc, Toc. Vamos jogar um pouco diferente desta vez.” “É, tá bom!”, disse ele em voz baixa. Eu disse: “Toc! Toc!” Ele disse: “Quem está aí?” Eu disse: “Vamos fingir… É o Sr. Cabeça. A sua cabeça!” “Minha cabeça?”, ele perguntou, intrigado. “Sim. Finja que a sua cabeça está falando com você.” Eu expliquei. “Bem… tá bom. O que você quer, Sr. Cabeça?”, ele perguntou. “Eu quero que você sinta uma dor por mim!”, eu disse. “Eu não quero uma dor! Eu não preciso de uma dor!”, ele retrucou. Eu disse: “Isso não importa! Estou dizendo que você tem que sentir uma dor. Você caiu da bicicleta, bem em cima do guidão.” A criança objetou: “Esqueça! Eu não vou fazer isso! Deus faz as regras, não você, Sr. Cabeça!” “Você não pode me intimidar! Eu não preciso ouvir esse tipo de coisa!”
Então, jogamos como se o Sr. Estômago estivesse batendo na porta. Em seguida, veio o Sr. Pé, etc. Ele adorou o jogo. A cada sugestão de conversa/tentação vinda de uma parte do corpo, ele começou a rir cada vez mais do ridículo do jogo, até cair na gargalhada. “Bobo! Bobo! Bobo!”, disse ele. E ele passou a ver com mais clareza que o corpo não pode falar com ele. Devemos ouvir e obedecer apenas às ideias que Deus nos envia, aquelas que são boas para nós.
Antes do início da aula, ele se sentiu muito melhor e contou a todos sobre a nova maneira de jogar e como se sentia melhor. Graças a Deus por essa cura!
Sou imensamente grata a Deus por me ter conduzido à Igreja Independente da Ciência Cristã de Plainfield. Adoro as “Mesas Redondas”. Elas são como uma aula de Escola Dominical para mim, onde estou aprendendo muito!