Responsabilidade individual – 6º segmento
Paul Stark Seeley
Segmento da palestra proferida em 1º de abril de 1923
A Atividade do Bem (P.2)
O que você, eu e nossos irmãos pensamos contribui para a formação da consciência do mundo. Quão importante, então, não apenas para o nosso próprio bem, mas para o bem comum, é que tenhamos um senso correto de responsabilidade individual. Cada um de nós é responsável perante Deus. A obrigação fundamental que o homem tem é para com Deus, expressar os pensamentos de Deus. Em todas as circunstâncias, transações e relacionamentos, essa obrigação está presente. Ser indiferente a ela é dar as costas a Deus e convidar a tirania do mal.
Imagine se o número cinco, na matemática, pudesse dizer: “Ah, eu sou apenas um pequeno número. Não represento muita coisa, então vou parar de ocupar meu lugar por um tempo.” Toda a ordem da matemática seria então perturbada. Ou imagine se o carburador de um automóvel pudesse dizer: “Sou apenas uma pequena peça escondida sob o capô. Poucos me veem. Vou parar de funcionar por uma semana.” O automóvel se tornaria inútil. Assim como cada um desses elementos tem um papel a desempenhar, cada indivíduo tem o seu, e sua função no plano universal de Deus. Nossa responsabilidade é sermos o que Paulo chamou de “filhos da luz”, deixando que nossos pensamentos e palavras manifestem a luz que é a Mente, ou Deus.
O proprietário de um aparelho de rádio pode, com um leve movimento de um botão, ajustar seu receptor para receber mensagens da estação transmissora que considera mais benéfica. Assim também, no âmbito do pensamento, o indivíduo pode ajustar rapidamente seu pensamento (seu aparelho receptor, por assim dizer) para receber os bons pensamentos que Deus sempre envia ao homem. Quando todos ouvirem apenas as mensagens de Deus em forma de pensamento e jamais derem ouvidos às mensagens do mal, o pecado, a doença e o medo não terão lugar, e o reino dos céus será encontrado em nossos próprios pensamentos.
“Todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas”.
1 Tessalonicenses 5: 5]
Original
Individual Responsibility – 6º segment
Paul Stark Seeley
From: The Activity of Good (P.2)
Lecture delivered April 1, 1923
What you and I and our brothers think goes to make up the consciousness of the world. How important, then, not only for our own but for the general good, that we have a right sense of individual responsibility. Each one of us is responsible to God. The one fundamental obligation which man owes is to his God, to express God’s thoughts. In every circumstance, transaction and relationship this obligation is present. To be indifferent to it is to turn our back on God and invite the tyranny of evil.
Suppose the number five, in mathematics could say, “Oh, I am just one little number. I do not amount to much, I’ll just stop filling my place for a time.” The whole order of mathematics would then be upset. Or suppose the carburetor in an automobile could say, “I am just a little thing hidden away under the hood. Not many see me. I will stop working for a week.” The automobile would then be useless. As each of these has a place to fill, so each individual man has his place to fill, so each individual has his place and part in God’s universal plan. Our responsibility is to be what Paul termed “the children of light,” letting our thoughts and words manifest the light which is Mind, or God.
The owner of a radio telephone receiving apparatus may, by a slight movement of a knob, adjust his receiver so as to receive messages from the sending station he considers most beneficial to him. So in the realm of thought the individual may quickly adjust his thinking (his receiving apparatus, if you will) to receive the good thoughts which God is always sending to man. When all listen only to the thought messages of God and never listen-in to the messages of evil, sin, sickness and fear will be without a place, and the kingdom of heaven will be found within our own thinking.