Desenvolvimento da Saúde |

Desenvolvimento da Saúde

Peter V. Ross


É responsabilidade do homem estar bem, tal como está, ser normal intelectual e eticamente. Certamente não há virtude em estar doente; nem há necessidade disso. A doença e o sofrimento têm sido, por vezes, considerados parte do destino do homem, uma visitação divina, com funções misteriosas a desempenhar de acordo com a vontade de Deus. No entanto, são poucas as pessoas que não lutam para escapar da doença, mesmo professando acreditar que Deus a impôs. Contudo, muitos estão começando a compreender que Deus não envia doenças ao Seu povo, assim como não envia pecados.

Um Deus perfeito molda todas as coisas com perfeição; um Criador bom torna todas as coisas boas; um Ser Supremo que é Amor não envia sofrimento e aflição. Este Deus bom envia apenas alegria, paz e felicidade. A razão nos diz que isso é verdade; a inspiração, a “voz mansa e delicada” da consciência espiritual, confirma, e a Ciência Cristã demonstra esse fato, afastando as alegações ilegítimas da doença e estabelecendo, em seu lugar, um senso de saúde e harmonia.

Quando aceitamos a doença como algo real, lutamos contra ela com pouco sucesso. Mas quando a enfrentamos, com a convicção de que Deus nunca a concebeu ou produziu e, portanto, não passa de uma crença vil, estamos a caminho de sua derrocada e extinção definitiva.

Quão importante para o indivíduo, então, é esvaziar sua mente de pensamentos doentios, anormais, odiosos e prejudiciais, e preenchê-la com pensamentos saudáveis, normais, gentis e salutares, porque, como seus pensamentos são, ele também é. A verdade, quando pensada ou declarada, torna-se dinâmica. Ela prossegue em sua missão corretiva com energia e poder irresistíveis, varrendo crenças fictícias de doença para dar lugar aos fatos da saúde.

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