Receita para a Beleza |

Receita para a Beleza

por Mary Baker Eddy


Trechos do livro didático Ciência e Saúde, ed. de 1910, pág. 244-248

“A beleza, assim como a verdade, é eterna; mas a beleza das coisas materiais passam;

desvanecendo-se e sendo passageiras como a crença mortal. Costumes, educação e moda formam os padrões transitórios dos mortais. A imortalidade, isenta de idade ou decadência, tem uma glória própria — o esplendor da Alma. Homens e mulheres imortais são modelos do sentido espiritual, desenhados pela Mente perfeita e refletindo aquelas concepções mais elevadas de beleza que transcendem todo o sentido material.

“A formosura e a graça são independentes da matéria. O Ser possui suas qualidades antes que sejam percebidas humanamente. A beleza é algo da Vida, que habita para sempre na Mente eterna e reflete os encantos de Sua bondade em expressão, forma, contorno e cor.

É o Amor que pinta a pétala com miríades de matizes, brilha no cálido raio de sol, arqueia a nuvem com o arco da beleza, adorna a noite com gemas estreladas e cobre a terra com beleza.

“Os enfeites da pessoa são substitutos pobres para os encantos do Ser, brilhando resplandecentes e eternos acima da idade e da decadência.

“A receita para a beleza é ter menos ilusão e mais Alma, recuar da crença na dor ou no prazer do corpo para a calma imutável e a liberdade gloriosa da harmonia espiritual.

“O Amor nunca perde de vista a beleza. Sua auréola repousa sobre seu objeto. É de se admirar que um amigo possa parecer menos que belo. Homens e mulheres de idade mais madura e com maiores lições devem amadurecer para a saúde e a imortalidade, em vez de recair na escuridão ou na melancolia. A Mente Imortal alimenta o corpo com frescor e beleza sublimes, fornecendo-lhe belas imagens de pensamento e destruindo os males dos sentidos que cada dia traz para um túmulo mais próximo”.


Original

Recipe for Beauty

by Mary Baker Eddy

“Beauty, as well as truth, is eternal; but the beauty of material things passes away, fading and fleeting as mortal belief. Custom, education, and fashion form the transient standards of mortals. Immortality, exempt from age or decay, has a glory of its own, — the radiance of Soul. Immortal men and women are models of spiritual sense, drawn by perfect Mind and reflecting those higher conceptions of loveliness which transcend all material sense.

“Comeliness and grace are independent of matter. Being possesses its qualities before they are perceived humanly. Beauty is a thing of life, which dwells forever in the eternal Mind and reflects the charms of His goodness in expression, form, outline, and color. It is Love which paints the petal with myriad hues, glances in the warm sunbeam, arches the cloud with the bow of beauty, blazons the night with starry gems, and covers earth with loveliness.

“The embellishments of the person are poor substitutes for the charms of being, shining resplendent and eternal over age and decay.

“The recipe for beauty is to have less illusion and more Soul, to retreat from the belief of pain or pleasure in the body into the unchanging calm and glorious freedom of spiritual harmony.

“Love never loses sight of loveliness. Its halo rests upon its object. One marvels that a friend can ever seem less than beautiful. Men and women of riper years and larger lessons ought to ripen into health and immortality, instead of lapsing into darkness or gloom. Immortal Mind feeds the body with supernal freshness and fairness, supplying it with beautiful images of thought and destroying the woes of sense which each day brings to a nearer tomb.”

Excerpts from Science and Health, 1910 edition, by Mary Baker Eddy, pages 244-248