Vencendo o mundo |

Vencendo o mundo

Trecho do discurso proferido na Associação em 1935, por Bicknell Young


Hoje, os astrônomos falam de um universo em expansão. A Sra. Eddy falou sobre isso anos atrás, sob uma perspectiva espiritual, com estas palavras: “O astrônomo não mais olhará para cima, para as estrelas — ele olhará a partir delas.” (C&S)

A mente mortal, ao vislumbrar tais possibilidades de forma imprecisa e interpretá-las erroneamente, sente-se alarmada e, consequentemente, prevê que o fim do mundo ocorrerá neste ano ou no próximo. A história registra muitas dessas previsões, que surgem periodicamente e são frequentemente aceitas, inclusive pelos chamados eruditos. Durante as Guerras Napoleônicas, que duraram muitos anos, elas eram recorrentes e geravam um temor generalizado. Assim, quando essas previsões funestas surgem em nossos tempos, elas não têm mais fundamento agora do que tinham no passado!

Jesus disse: “Tende bom ânimo; Eu venci o mundo.” (João) Ele, sem dúvida, queria dizer que havia conquistado a supremacia sobre a crença de que o mundo era material.

Não existe algo como o fim do mundo. O que existe é a revelação da semente em si mesma — o que é autoexistente e infinito. Nessa revelação, o erro deixa de ter até mesmo a aparência de existência; e esse fim do mundo ocorre constantemente na prática bem-sucedida da Ciência Cristã, pois cada caso curado representa mais uma extinção da mente mortal.

Jó disse: “Eu sei que o meu Redentor vive e que por fim se levantará sobre a terra.” (Jó 19:25-27) Esse dia final — essa prova da irrealidade do mal — manifesta-se em cada caso curado, e o Redentor permanece, protege e perpetua a cura.

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