Fidelidade
De Escritos Diversos, pág. 343 por Mary Baker Eddy
Ao trabalhar para Deus não podemos passar prematuramente da doença no corpo para a busca da doença na mente mortal — e de sua cura. O pensamento precisa ser aprimorado, e a vida humana tornar-se mais frutífera, para que a energia divina a impulsione para a frente e para o alto.
Aquecidos pelo sol da Verdade, regados pelos orvalhos celestiais do Amor, os frutos da Ciência Cristã brotam e se elevam, afastando-se do solo sórdido do eu e da matéria. Estamos limpando os jardins do pensamento ao arrancar as ervas daninhas da paixão, da malícia, da inveja e da discórdia? Estamos removendo as pedrinhas frias e duras do egoísmo, desvendando os segredos do pecado e polindo novamente as gemas ocultas do Amor, para que sua pura perfeição se manifeste? Estamos sentindo o frescor primaveril e a luz solar de uma fé esclarecida?
As ervas daninhas da mente mortal nem sempre são destruídas na primeira tentativa de arrancá-las; Elas reaparecem, como ervas daninhas devastadoras, para sufocar o trevo que nasce. Ó jardineiro tolo! Observe seu reaparecimento e arranque-as de seu solo nativo, até que nenhuma muda reste para se propagar — e apodrecer.
Entre os múltiplos e suaves sons que preencherão as câmaras assombradas da memória, este é o mais doce: “Tu foste fiel!”