Nossa Ancestralidade
por Carol Conroy
Em Ciência e Saúde, Mary Baker Eddy escreve: “Na Ciência, o homem é filho do Espírito. O belo, o bom e o puro constituem sua ancestralidade.”
Que pensamento maravilhoso! Isso significa que não temos ancestrais humanos, carregados de fragilidades e fracassos. Não podemos sofrer com as chamadas doenças “hereditárias”, nem com quaisquer fraquezas ou hábitos herdados de nossos pais, avós, etc. — porque a ancestralidade deles também é “bela, boa e pura”!
Até onde podemos rastrear nossa ancestralidade, na Verdade, tudo o que encontraremos é “o belo, o bom e o puro”. E esta é também a única coisa que podemos transmitir aos nossos filhos.
Então, de onde poderiam vir esses “defeitos”? De lugar nenhum!! Deus não os criou, então eles não têm origem, não têm criador e não podem nos manipular para acreditar que são legítimos.
Portanto, não há desculpa para ceder a qualquer fraqueza que possamos atribuir ao alcoolismo da tia Lucy ou à doença cardíaca do tio George — se não for “o belo, o bom e o puro”, não faz parte da nossa ancestralidade (ou do nosso “DNA”!), e podemos rejeitá-la vigorosamente! Somos a “prole do Espírito”; na Verdade, nenhum de nós ou nossos ancestrais jamais foi menos do que isso.