O Mito da Doença Incurável |

O Mito da Doença Incurável

por George Channing


Não pode haver doença incurável, porque não existe uma fase indestrutível da mente mortal.

A mente mortal afirmaria, se pudesse, que sempre existe alguma doença incurável. Outras doenças podem ser curadas, admite ela, mas não esta. E quando a cura “desta” é alcançada, imediatamente alega apresentar uma nova doença incurável. Isso nada mais é do que a mentira da mente mortal!

A Bíblia diz: “Mas o Senhor está em seu santo templo; que toda a terra cale-se diante dele.”(Habacuque2:20) Isso poderia significar, à luz da Ciência Cristã, que Deus apresenta Sua natureza perfeita no templo, ou corpo, do homem, por meio do qual Ele expressa a Si mesmo. Toda aparente manifestação de imperfeição nesse corpo é silenciada, eliminada, na presença da compreensão espiritual de Deus.

A Ciência Cristã comprovou a destruição de toda doença humana. Tudo começou com as provas revolucionárias trazidas por Mary Baker Eddy, quando, por meio de sua descoberta da Ciência Cristã, ela revelou a lei de Deus e que Seu poder infinito está disponível a toda a humanidade, aqui e agora.

Quando se reconhecer que a irrealidade total da mente mortal já foi comprovada em inúmeros casos de cura — por meio da compreensão de que a Mente, o Espírito divino e seu universo espiritual são tudo o que existe — o mito da doença incurável desaparecerá.

A Ciência Cristã realiza sua obra de cura provando que a sensação de mortalidade é uma ilusão. Um único caso de cura realizado pela Ciência Cristã é suficiente para provar que nenhuma doença incurável pode existir. Portanto, a cura de uma desarmonia é prova da possibilidade da cura de todas. Não é esse o significado da Sra. Eddy quando ela diz: “Admitimos o todo, porque uma parte foi comprovada e essa parte ilustra e comprova o Princípio inteiro”? (C&S, 461:6)

A Sra. Eddy também diz: “Pela vitória sobre um único pecado, damos graças e magnificamos o Senhor dos Exércitos. O que diremos da poderosa conquista sobre todo o pecado? Um cântico mais forte, mais doce do que jamais alcançou os altos céus, agora se eleva mais claro e mais próximo do grande coração de Cristo, pois o acusador não está lá, e o Amor emite sua melodia primordial e eterna.” (C&S, 568:24)

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