1º Corintians 13 – 2º segmento |

1º Corintians 13 – 2º segmento

Do poema “A Maior Coisa do Mundo”, de Henry Drummond


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Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, eu serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom da profecia, e conheça todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que eu tenha toda a fé, de maneira tal que possa transportar os montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso eu aproveitarei.

O amor é paciente, é benigno. O amor não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal. Não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais falha; mas, havendo profecias, estas falharão; Se houver línguas, elas cessarão; se houver conhecimento, ele desaparecerá. Porque em parte conhecemos e em parte profetizamos. Mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte desaparecerá.

Quando eu era criança, eu falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança; quando eu me tornei adulto, deixei para trás as coisas de criança.

Por hora vemos através de um vidro obscurecido; Mas então, face a face; agora conheço em parte; e até conhecerei plenamente, assim como Eu sou plenamente conhecido. Agora, pois, habitam a fé, a esperança e o amor, destes três; porém o maior é o Amor.

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