Autocondenação Errada – 15º segmento
Da palestra “A Atividade do Bem, Part 2” proferida em 1º de abril de 1923, Paul Stark Seeley
Assim como a Ciência Cristã destrói o orgulho e o ressentimento, ela destrói a autocondenação, que é tão equivocada quanto o primeiro. Se nos menosprezamos e nos condenamos, bem como nossas capacidades, estamos desonrando a obra de Deus, pois a verdadeira individualidade do homem é obra de Deus. Se alguém subisse em um poste enquanto aqueles no chão marchassem para a frente, jamais poderia se juntar a eles até descer. Ou se alguém cavasse um buraco e caísse dentro dele, poderia ver seus companheiros passarem, mas não poderia ir com eles até sair do buraco. Portanto, não podemos nos dar ao luxo de nos exaltarmos ou nos rebaixarmos. O senso de individualidade que Deus nos deu como Sua expressão ou imagem individual é o único senso de ser que temos o direito de aceitar.
Original
Self-Condemnation Wrong – 15º segment
The Activity of Good (P.2) Paul Stark Seeley
As Christian Science destroys pride and resentment it destroys self-condemnation, which is just as much mistaken as the former. If we belittle and condemn ourselves and our capacities we are dishonoring the work of God, for the true selfhood of man is the workmanship of God. If one were to climb a pole while those on the ground were marching forward he could never join them until he climbed down. Or if one were to dig a hole and drop into it he could see his fellows go by but he could not go along with them until he came out of the hole. So we cannot afford to exalt or debase ourselves. The sense of selfhood which God has given us as His individual expression or image, is the one sense of being we have a right to accept.