Lidando ativamente com a dúvida
Jeremy Palmer
Há algum tempo, durante um período que parecia ser de forte oposição contra mim e meu trabalho, percebi que precisava ser mais ativo no enfrentamento das dúvidas. Eu estava começando a entender, com tudo o que aprendia sobre a Ciência Cristã e com o apoio dos praticantes, que essas afirmações me atingiriam por toda a vida e, portanto, a responsabilidade de “ser o porteiro” (S&H, p. 392) e expulsar esses males recaía diretamente sobre mim.
Comecei a observar atentamente como as diversas verdades que nos são ensinadas aqui se cumprem na minha vida e na vida daqueles que conheço. Não deveria haver em meu pensamento a mínima sugestão de que eu simplesmente diria as palavras como um feitiço, mas sim um reconhecimento e uma compreensão verdadeiros e consistentes de que a Palavra de Deus está se tornando evidente em minha vida diária.
Um exemplo de algumas verdades da Bíblia são: “…todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8:28), “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia” (Salmo 46:1) e “…o Pai não me deixou só” (João 8:29); e também verdades de Mary Baker Eddy, como “O Amor Divino sempre atendeu e sempre atenderá a todas as necessidades humanas” (S&H, p. 494), “Muito cedo não podemos deixar de lado a doença no corpo para encontrar a doença na mente mortal e sua cura, trabalhando para Deus” (Mis., p. 343) e “Quando essas coisas deixarem de abençoar, deixarão de ocorrer” (My., p. 143) e muitas outras.
Aprender a buscar a realização e a culminação dessas verdades que aparecem na vida diária e encontrá-las constantemente solidificou em mim uma compreensão concreta de que a Ciência Cristã realmente funciona sem falhas, ajudando-me a “Confiar na Verdade e não ter outras esperanças”. (My., p. 171) Sou grato por essa prática de lidar ativamente com as dúvidas quando elas surgem e por cada ideia boa, verdadeira e inspirada que aprendi nesta igreja maravilhosa.